Jornal de Brasília - Latest News Tracking & Analysis


Latest News Politics , Business , Finance , Technology , World News & Opinion & Tracking & Analysis.

Brazil
Website
🌐 portuguese
World
#538
Jornal de Brasília

Jornal de Brasília

Primary focus: World


Recent Reportage

Latest coverage from Jornal de Brasília

Loterias acumuladas elevam expectativa e podem pagar mais de R$ 53 milhões em prêmios

Os principais concursos das loterias da Caixa Econômica Federal seguem acumulados e prometem movimentar os próximos sorteios com prêmios milionários. A Mega-Sena lidera a lista e poderá pagar R 42 milhões no concurso 3.034, após nenhuma aposta acertar as seis dezenas do concurso anterior. A Quina também permanece acumulada, com prêmio estimado em R 2,3 milhões. No concurso 3.033 da Mega-Sena, foram sorteadas as dezenas 18, 21, 23, 43, 55 e 58. Apesar de ninguém ter levado o prêmio principal, 64 apostas acertaram cinco números e receberão cerca de R 59,3 mil cada. Outras 5.152 apostas fizeram a quadra, garantindo prêmio aproximado de R 1.145 por bilhete. A Lotomania também não registrou vencedores na faixa principal e acumulou para o próximo sorteio, que deverá pagar R 2,3 milhões. Já a Lotofácil teve 11 apostas ganhadoras no concurso 3.740, com prêmio superior a R 223 mil para cada vencedor. Na Timemania, o prêmio estimado para o próximo concurso é de R 5,4 milhões. A Dupla Sena também acumulou e pode pagar R 1,6 milhão no próximo sorteio. Além dos resultados, a edição da Gazeta da Sorte reúne estatísticas sobre as loterias, incluindo o histórico das dezenas mais e menos sorteadas, números que estão há mais tempo sem serem sorteados e informações que auxiliam os apostadores na escolha dos jogos.

3 hours ago

Morre aos 98 anos o produtor e cineasta Luiz Carlos Barreto

O produtor, diretor e fotógrafo Luiz Carlos Barreto morreu aos 98 anos. A informação foi confirmada por familiares ao jornal O Globo. Conhecido como Barretão, ele enfrentava problemas de saúde desde março de 2024, quando sofreu uma queda durante uma viagem ao Ceará, seu estado natal, onde participaria de uma homenagem. Considerado um dos principais nomes da história do cinema brasileiro, Barreto teve mais de seis décadas de atuação e foi uma figura central do Cinema Novo, movimento que revolucionou o audiovisual nacional nos anos 1960. Antes de se consolidar como produtor, trabalhou como jornalista, fotojornalista, roteirista e diretor de fotografia, assinando obras marcantes como Vidas Secas (1963), de Nelson Pereira dos Santos, e Terra em Transe (1967), de Glauber Rocha. Em 1963, fundou a L.C. Barreto Produções Cinematográficas, responsável por clássicos como Garrincha – Alegria do Povo, A Hora e Vez de Augusto Matraga, O Dragão da Maldade Contra o Santo Guerreiro e Brasil Ano 2000. Nascido em Sobral (CE), em 1928, mudou-se ainda jovem para o Rio de Janeiro, onde iniciou a carreira no jornalismo e na fotografia. Foi nesse período que conheceu Lucy Barreto, sua companheira de vida e de trabalho.

3 hours ago

Pousada Camurim Grande é o novo point disputado pelos famosos em Alagoas

Tem pousada nova favorita da gente rica e o nome já vazou longe do litoral alagoano. A Pousada Camurim Grande, em Maragogi, virou o point de quem quer sumir do mapa sem perder o glamour. E olha que ninguém ali promete silêncio, mas garante discrição de cofre suíço. Pousada boa sempre atrai visita ilustre, e essa entrou direto na lista de endereço isolado preferido de quem quer esconder crise, lua de mel ou affair recém-nascido. O cardápio assinado pelo chef Rogério Costa aposta em peixe fresco, fruta da estação e uma tal de sustentabilidade afetiva que parece nome de terapia de casal rico. Café da manhã individual, jantar sem cerimônia chata, tudo pensado para hóspede que paga caro para não ser incomodado. O chef Rogério Costa assina o menu da Pousada Camurim Grande, que aposta em gastronomia autoral Nas redes já rola aquela dancinha de perfil de fofoca tentando achar geotag e hóspede fingindo que postou “sem querer” a taça de espumante com o mar de fundo. Teve print circulando sem rosto visível, curtida suspeita de conta que some da bio depois, indireta de fã clube torcendo para descobrir quem estava na mesa do canto. Página de plantão jura que reconheceu tênis, colar e até o jeito de rir numa foto cortada. Eu soube de tudo isso numa manhã de esteira na academia do Leblon, celular vibrando sem parar enquanto eu fingia suar por saúde. A ligação veio de uma fonte que jura ter reservado lá “só para descansar” e passou o áudio inteiro sussurrando feito quem entrega segredo de Estado. Entre luxo e privacidade, a Pousada Camurim Grande conquista hóspedes em busca de exclusividade Meu veredito sai rápido e sem photoshop: pousada boa vira point de rico quando promete peixe fresco e boca fechada na mesma reserva. Quem tem fama para proteger já aprendeu que paraíso sem sinal de internet resolve qualquer crise de imagem. E eu, que sei tudo, só espero o convite chegar antes do próximo escândalo.

3 hours ago

Publishing Activity

Daily article output trend

PM suspeito de matar esposa capitã em BH seguirá preso preventivamente

SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) A Justiça de Minas Gerais converteu nesta quarta-feira (22) a prisão do sargento Eduardo Abner Pereira de Oliveira, suspeito de matar a própria esposa, a capitã Michele Leão Azevedo, de flagrante para preventiva. Juiz entendeu que sargento deve permanecer preso para a garantia da ordem pública. A decisão foi confirmada hoje pelo TJ-MG. O caso está em segredo de Justiça e outros detalhes sobre o processo não foram divulgados. Segundo a Justiça, o sigilo foi requerido para resguardar direitos fundamentais, como a intimidade e a vida privada, dos envolvidos. A reportagem entrou em contato com o advogado do sargento para saber se a defesa vai se pronunciar após o resultado da audiência. O espaço está aberto para manifestação e será atualizado se houver posicionamento. RELEMBRE O CASO A capitã Michele Leão Azevedo foi levada ao Hospital Odilon Behrens pelo marido, o sargento Eduardo Abner Pereira de Oliveira, na noite da segunda-feira. A morte da mulher foi constatada por equipes do hospital, que acionaram a polícia. Primeira informação dada pelo sargento à equipe médica foi de que a companheira havia caído da escada. Médicos observaram, no entanto, sinais de violência pelo corpo dela e acionaram a polícia, que prendeu o suspeito ainda na unidade hospitalar. Sargento alegou que a companheira recusou atendimento médico logo após a queda. Em depoimento, ele declarou que os dois dormiram e, depois de algumas horas, percebeu que Michele não respondia a estímulos — o que fez com que a levasse ao Odilon Behrens. À polícia, os médicos relataram sinais de que a vítima tinha morrido de quatro a seis horas antes de ser levada ao hospital. Um vídeo obtido pela polícia mostra o sargento carregando o corpo da vítima no prédio em que eles moravam e levando até o carro que estava na garagem. O sargento foi preso em flagrante pela pluralidade de lesões no corpo da vítima, segundo a Polícia Civil. Entre as lesões estavam um traumatismo craniano, ferimentos nas pernas, marcas compatíveis com chicotadas e uma lesão muito contundente na face da vítima. O homem também alegou ter tido relação sexual consensual com prática de agressões físicas -que, segundo ele, era comum entre os dois. Em seu relato, ele disse que haviam participado, momentos antes, de uma confraternização com bebidas alcoólicas e ecstasy. Ainda no hospital, sargento descartou uma cartela de 18 comprimidos de ecstasy na lixeira. O flagra foi feito por um tenente acionado para acompanhar a ocorrência, para quem o suspeito havia pedido permissão para ir ao banheiro. Defesa do sargento diz que é imprescindível aguardar a conclusão das investigações e dos laudos periciais. Em nota, o advogado Gustavo Nepomuceno argumentou que se deve evitar qualquer julgamento precipitado e que todas as circunstâncias serão devidamente esclarecidas pelas autoridades competentes.

3 hours ago

Projeto de moradias para dependentes químicos gera conflito na zona leste de SP

LEANDRO MACHADOSÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) Desde o início do ano, a gestão do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) tenta implantar em condomínios da zona leste de São Paulo um projeto de moradias coletivas para pessoas em tratamento contra o uso de drogas. Porém, segundo os moradores, o governo estadual não avisou nem explicou de antemão o projeto aos condôminos. A secretaria estadual de Desenvolvimento Social, responsável pelo projeto, começou a montar as moradias em 19 apartamentos no início do ano. Mas o plano foi descoberto quando síndicos se surpreenderam com a chegada de móveis e eletrodomésticos. A vizinhança então se organizou e reagiu. Em junho, os moradores de condomínios da região colocaram faixas de protesto nos muros, fizeram uma passeata e, em um dos casos, impediram a entrada de móveis e de funcionários de entidades contratadas para gerir a política pública. O projeto vai ocupar unidades de condomínios erguidos nos anos 1970 pelo antigo Ipesp (Instituto de Previdência de SP). Vazias há 20 anos, elas foram retomadas pela CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano), porque os antigos donos não pagaram o financiamento. Os apartamentos foram reformados e mobiliados pelo governo ao custo de R 380 mil. Depois, foram cedidos a três entidades que atuam com pessoas em tratamento contra a dependência: Reencontro, Renovar e Casarão Brasil. As duas primeiras organizações são conhecidas como CTs (Comunidades Terapêuticas), instituições privadas que recebem financiamento público para oferecer um tratamento baseado em abstinência e longas internações. Já a Casarão Brasil oferece serviços de inserção social para mulheres trans. No final de 2025, um servidor da CDHU falou que iriam reformar os apartamentos para colocá-los na fila da moradia social, conta a dentista Thaís Romero, 43, síndica de um dos conjuntos com duas unidades no programa. Eles reformaram piso, banheiros, rede elétrica Depois chegou um caminhão com camas e colchões. Achei esquisito, porque a CDHU não dá apartamentos já mobiliados. Não esclareceram nada. Um dia, uma pessoa me procurou e disse: 'É um projeto para dependentes químicos', conta Romero. Segundo o governo, os apartamentos são destinados a pessoas que já concluíram o processo terapêutico, estão em fase de reinserção social com acompanhamento técnico e não possuem moradia ou retaguarda familiar. Embora alguns imóveis tenham recebido de seis a oito camas de solteiro, a gestão Tarcísio afirma que as unidades vão abrigar, no máximo, quatro pessoas. A distribuição é realizada de acordo com o perfil de cada um, preservando conforto, bem-estar e vínculos familiares. Pessoas com companheiro ou filhos ocupam uma unidade por família. Já solteiros e sem filhos podem compartilhar o imóvel em grupos de até quatro pessoas, diz. Segundo relatos presentes em atas das reuniões do Coned (Conselho Estadual de Política de Drogas), as moradias terapêuticas enfrentaram resistência onde o governo tentou implantá-las. Em Sorocaba e São José do Rio Preto, houve questionamentos de vereadores e Ministério Público. Em Guarulhos, um parlamentar gravou vídeos dizendo que o local abrigaria bandidos. No Tucuruvi, os vizinhos protestaram dizendo que a cracolândia estava indo para lá. Segundo Eliana Borges, coordenadora estadual de política sobre drogas, as moradias são implantadas sem placa de identificação, e os participantes são orientados a desconversar ao serem abordados por vizinhos. Fazemos de tudo para não expor os atendidos, inclusive orientamos para que, se alguém abordá-lo, [é para] dizer que ali é a casa dele e que ele divide com amigos, disse ela, em uma reunião do Coned em 26 de junho de 2025. Em nota, a pasta de Desenvolvimento Social afirmou que as moradias criam condições para que essas pessoas reorganizem suas trajetórias, fortaleçam vínculos comunitários e ingressem no mundo do trabalho. Em 18 de junho, a reportagem visitou os condomínios em Itaquera, na zona leste. Dois dos cinco síndicos ouvidos, além de Romero, disseram não terem sido informados sobre o projeto até aquele dia. No início do ano, a CDHU reformou o apartamento. Disse que iria para leilão. Há alguns dias, chegaram seis camas de solteiro. Achamos esquisito, mas deixamos entrar. Depois, não apareceram mais, diz a síndica Priscila Goveri, 47. Outro síndico, Ricardo Cézar da Silva, 49, afirmou que, no dia 12 de junho, um funcionário da CT Renovar entrou com 16 camas de solteiro e distribuiu em duas unidades. No começo da reforma, servidores da CDHU disseram que eles iriam para a fila da habitação, conta. Em nota, o governo Tarcísio negou a falta de esclarecimentos aos moradores. Em 21 de maio, representantes da diretoria de Políticas sobre Drogas se reuniram com quatro síndicos, representante jurídico e conselheiros. Foram tratados documentos, regras condominiais e procedimentos. Segundo a síndica Thaís Romero, essa reunião só ocorreu depois que os moradores descobriram o projeto e da insistência dos síndicos por esclarecimentos. Para ela, o projeto não se enquadra no regulamento dos condomínios. Esse problema de saúde pode acontecer com qualquer família, mas as convenções não permitem a transformação das unidades em uma espécie de clínica ou centro de acolhida do governo, diz. Em 13 de julho, a Justiça de São Paulo concedeu uma decisão liminar obrigando o condomínio de Romero a permitir a entrada dos responsáveis pelo projeto. Segundo a Justiça, o embaraço acarreta a paralisação indevida, obstando o direito fundamental à moradia e a continuidade da reinserção social de indivíduos em situação de extrema vulnerabilidade. SITUAÇÃO TESTA LIMITES DA LEI, DIZ ADVOGADO Segundo Rodrigo Karpat, presidente da comissão de direito condominial da OAB, o programa de moradias coletivas pode configurar uma utilização desvirtuada do imóvel residencial. O condomínio é um ente privado que encontra limites na lei de vizinhança e no regimento interno. Quando o Estado coloca um programa social em um condomínio residencial, ele pode estar ultrapassando seus poderes legais como proprietário, diz. Karpat compara a situação às regras a repúblicas de estudantes e serviços de hospedagem de curta duração, como o Airbnb. Em maio, o STJ (Superior Tribunal de Justiça) decidiu que a mudança da destinação do imóvel precisa ser aprovada em assembleia. É uma condição que testa os limites legais. Por isso, acredito que há espaço para judicialização. Os condomínios podem alegar que a entrada de múltiplos indivíduos estranhos à rotina comum afeta a destinação, o sossego, a saúde e a segurança dos demais moradores, diz. Desde 2000, a legislação federal prevê os SRTs (Serviços Residenciais Terapêuticos), que podem abrigar até dez pessoas que viveram no mínimo dois anos em hospitais psiquiátricos e/ou hospitais de custódia e que não têm suporte social ou familiar. Para Carolina Diniz, coordenadora de enfrentamento à violência instituicional da ONG Conectas Direitos Humanos, as moradias terapêuticas podem ajudar na ressocialização, mas a forma como governo está implantando parece um puxadinho. Se houvesse uma política sólida e transparente sobre os processos de ressocialização, talvez os moradores não ficassem contra. Do jeito que está, parece uma política improvisada. A desconfiança é compreensível, diz. As CTs Casarão Brasil e Renovar vão receber R 30 mil e R 50 mil mensais, respectivamente, para monitorar 14 unidades. Já a CT Reencontro receberá R 8,3 milhões neste ano para gerir casas terapêuticas na zona norte, além de cinco apartamentos em Itaquera. A reportagem procurou as entidades por email e telefone, mas elas não se manifestaram.

3 hours ago

Aliados de Derrite se queixam de falta de empenho de Tarcísio e prioridade a André do Prado

BRUNO RIBEIROSÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) Integrantes do PP paulista, que indicou Guilherme Derrite para a disputa ao Senado em convenção nesta segunda-feira (20), têm se queixado do que avaliam ser falta de apoio de Tarcísio de Freitas (Republicanos) a seu antigo secretário da Segurança Pública, que apareceu em quinto lugar na pesquisa Datafolha para o cargo. Durante a convenção, deputados estaduais da sigla disseram que Tarcísio teria uma predileção pelo outro pré-candidato ao Senado da chapa, André do Prado (PL), atual presidente da Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo). Para os membros da sigla, nas semanas que antecederam o período de vedações eleitorais —em que candidatos ficam proibidos de participar de propaganda institucional e de inaugurações, vigente desde o último dia 4—, Tarcísio teria deixado de lado seu antigo secretário e priorizado as demonstrações de apoio a André. Um dos parlamentares do PP citou duas agendas públicas de Tarcísio ligadas à segurança pública em que Derrite não estava presente: o lançamento de um programa chamado Patrulha SP Mulher Mais Segura, para coibir o feminicídio, e a cerimônia de início da formação de novos oficiais da Polícia Militar, na Academia da Polícia Militar do Barro Branco, na zona norte, na última sexta (17). Segundo a equipe de Derrite, nos dois casos, ele não compareceu porque tinha outros compromissos no interior do estado. Como presidente da Alesp, André participou da maioria das agendas de Tarcísio nos dias que antecederam o início do período em que inaugurações são proibidas, como as cerimônias de aberturas de um hospital em Nazaré Paulista, uma estação da linha 17-ouro do Metrô, rodovias no oeste do estado e a praça do Triunfo, área com quadras instalada onde ficava o fluxo da cracolândia, no centro da capital. Os relatos de descontentamento de Tarcísio com seu antigo secretário datam do ano passado, quando Derrite deixou o governo para dedicar-se à relatoria do projeto da Lei Antifacção na Câmara dos Deputados. As primeiras versões do texto foram criticadas por especialistas em segurança, e só a sexta versão foi levada à votação. Além disso, o governador avaliava, na época, que o secretário acumulava tropeços na área. A decisão de que ele deveria sair do governo ainda em 2025, para evitar contaminações, foi tomada em junho, conforme a Folha de S.Paulo antecipou. O secretário deixou o cargo em 1º de dezembro. A campanha de Derrite vai buscar votos no eleitorado bolsonarista de São Paulo. O ex-secretário articulou para que Flávio Bolsonaro (PL) estivesse na convenção. Ao ser questionado se Flávio poderia ajudar o ex-secretário, outro membro do PP respondeu que sim. Mas afirmou que quem deveria ajudar não estava ajudando —enquanto apontava, balançando a cabeça, para uma foto de Tarcísio. Auxiliares de Tarcísio, contudo, discordam da avaliação dos membros do PP e afirmam que o governador já trabalha para a eleição dos dois senadores da chapa. Um exemplo é um vídeo, que começou a circular na terça-feira (21), em que o governador pede votos para o pré-candidato, o que ele ainda não fez por André do Prado. Eu tenho uma missão, um pedido, diz Tarcísio, no vídeo, dirigindo-se ao eleitor. Siga as redes sociais do Derrite, nosso pré-candidato ao Senado por São Paulo. Tarcísio segue: Juntos, nós enfrentamos o crime organizado, acabamos com a cracolândia, reduzimos todos os indicadores de criminalidade e, agora, você precisa seguir e conhecer o trabalho do Derrite. André do Prado, que compareceu à convenção e discursou em apoio a Derrite, disse que o time de São Paulo está montado e que os dois têm feito agendas pré-eleitorais em conjunto, negando sentir-se privilegiado por Tarcísio. Apesar das queixas do PP, Tarcísio começou a gravação de propaganda com candidatos a deputado justamente pelo partido —e pelo União Brasil, que faz parte da mesma federação. Segundo o presidente estadual da sigla, Maurício Neves, foram oito parlamentares de cada partido. Neves discordou da avaliação de seus correligionários e disse que Tarcísio tem dado todo apoio necessário a Derrite. Na convenção, na segunda, Derrite disse que tinha apoio tanto de Flávio quanto de Tarcísio e que, até 4 de outubro, convenceria a população a votar em seu nome. O governador Tarcísio de Freitas tem uma excelente avaliação. A gente aposta nesta unidade, nesta chapa, para conseguir a vitória. Não só a reeleição do governador Tarcísio no primeiro turno, mas uma boa vantagem para o senador Flávio Bolsonaro [para a Presidência] e a eleição ao Senado, disse.

3 hours ago

Novo chefe militar da Ucrânia promete mais ataques; protestos continuam

IGOR GIELOWSÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) O novo comandante das Forças Armadas da Ucrânia, general Mikhailo Dapratii, afirmou nesta quarta-feira (22) que irá aumentar os ataques contra a Rússia em todos os domínios e estimular o avanço tecnológico a serviço dos militares. O presidente definiu tarefas claras para nós: continuar e intensificar as ações ofensivas em todos os domínios, planejar novas operações atrás das linhas inimigas, desenvolver o Exército e suas tecnologias e aumentar as capacidades das Forças Armadas, escreveu o militar no Facebook, em sua primeira manifestação no cargo. Com isso, Drapatii dá uma dupla sinalização aos manifestantes que foram à rua exigir a queda de seu antecessor, Oleksander Sirskii, e protestar contra a demissão do ministro da Defesa Mikhailo Fedorov pelo presidente Volodimir Zelenski. O novo chefe militar busca assegurar que não haverá mudança na campanha contra o sistema energético e transporte marítimo russos e se mostra adepto da revolução no emprego dos drones para reduzir as baixas entre soldados. Sirskii era rival de Fedorov, um entusiasta da guerra à distância, e visto como adepto de táticas mais antigas de alto atrito. As operações de ataques e infiltração no território russo ficavam majoritariamente sob coordenação do SBU (Serviço de Segurança da Ucrânia, na sigla local), uma agência independente. Os manifestantes não parecem ter se sensibilizado e marcaram mais um protesto, agora centrado em Kiev, para a próxima sexta (24). Eles ainda exigem a volta de Fedorov ao Ministério da Defesa, ocupado interinamente por Ievhenni Khmara. Bom, pessoal, se preparem para a sexta —nós ainda temos de trazer Fedorov de volta, escreveu no X um dos organizadores dos atos, o veterano de guerra Dmitri Koziatinski. Segundo ele, se isso não ocorrer, as manifestações serão mantidas. Será uma queda de braço com Zelenski, que busca demonstrar que a página foi virada. Na terça (21), quando anunciou Dapratii, ele disse que havia oferecido um cargo ao ex-ministro Fedorov, sem especificar qual ou se foi aceito. Nesta quarta, ele anunciou a nova estrutura do comando militar, com o general Ihor Skibiuk ocupando o segundo posto da hierarquia como chefe do Estado-Maior. Publicando foto ao lado dos militares e do ministro interino no X, disse que a decisão foi tomada em conjunto com Drapatii e Khmara. Também naquela rede social, Fedorov veio a público elogiar a escolha de Drapatii, uma estocada em seu desafeto Sirskii. Saudou a lufada de ar fresco e, após agradecer ao general rival por seu trabalho, disse que temos de nos mover ainda mais rápido e corrigir os erros do passado. Nenhuma palavra sobre Khmara, o que parece manter a porta aberta para os manifestantes que exigem sua volta ao cargo, que receberam uma menção indireta: Obrigado a todos que fizeram isso possível. Na turva política ucraniana, Fedorov é visto como uma estrela em ascensão. Com apenas 35 anos e o discurso tecnocrático aplicado às Forças Armadas, ele assumiu o papel de defensor do soldado comum. Junta-se assim ao antecessor de Sirskii, o popular Valeri Zalujni, como mais um óbice às pretensões de Zelenski de permanecer no poder quando o país voltar a ter eleições. O mandato do presidente acabou em maio de 2024, mas a lei marcial em vigor impede a realização de pleitos. No campo de batalha, a troca de ataques continua. Na Ucrânia, 100 mil pessoas ficaram sem energia após bombardeios russos no norte do país, e o Ministério da Defesa em Moscou anunciou a tomada de mais duas vilas em Zaporíjia (sul). Já Kiev lançou uma nova onda de drones contra os rivais, atingindo mais um centro de distribuição logística da gigante de e-commerce Wildberries, equivalente russa da Amazon. O Kremlin disse que isso prova que os ucranianos estão mirando alvos civis em sua campanha.

3 hours ago

Ministro Elias Rosa vai se reunir com homólogo chinês para falar sobre carne bovina

O ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Márcio Elias Rosa, disse nesta quarta-feira, 22, que deve se reunir, em agosto, na Índia, com o seu homólogo chinês para debater a exportação de carne bovina aquela país. Em entrevista à Bandnews, ele declarou que a cota de importação de carne afetou o mundo todo. Brasil vem negociando, negociando... Eu mesmo devo me reunir com o ministro de Comércio da China, na Índia, no começo do mês de agosto, vamos tratar de novo desse tema, a gente vem tratando, tratando desse tema, afirmou. Perguntado sobre as terras raras, ele declarou apenas que o País precisa legislar rapidamente o tema de uma forma que os acordos fechados não descriminem nenhuma nação. A ideia é que os termos de um acordo com um país possam ser replicados a outros. Por fim, Elias Rosa foi questionado se os gastos públicos do governo não impactam na alta de juros por parte do Banco Central O ministro disse que não, porque o gasto com responsabilidade traz desenvolvimento. Ele cobrou, entretanto, uma queda na taxa básica de juros porque isso implica em menos recursos para as empresas investirem e se expandirem. Segundo ele, quando, além dos juros altos, vem um tarifaço, a situação fica ainda mais difícil para os empresários Estadão Conteúdo.

3 hours ago

Regulador da UE reduz drasticamente limite de exposição a poluente TFA

A agência de segurança alimentar da União Europeia reduziu drasticamente, nesta quarta-feira (22), a dose diária permitida de TFA, um poluente muito persistente presente na água, citando seus efeitos sobre um hormônio que regula o metabolismo. Esta decisão era esperada pela Comissão Europeia e pelos Estados-membros para atualizar os limites de concentração do ácido trifluoroacético (TFA) na água potável, onde a substância é detectada de forma generalizada. O TFA é formado após a decomposição de substâncias como pesticidas e pode acabar nas águas subterrâneas, no solo e nas plantações. A Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos (EFSA) indicou que reduziu a ingestão diária admissível (IDA) para 0,014 miligrama por quilograma de peso corporal ao dia, em comparação ao valor anterior de 0,05. Esta é a quantidade de TFA que pode ser consumida diariamente ao longo da vida sem apresentar um risco significativo para a saúde. A nova IDA é aproximadamente 3,5 vezes menor que a anterior, indicou o órgão regulador em um comunicado. Novas evidências demonstraram que, entre outros efeitos, o TFA altera os níveis de tiroxina, um hormônio produzido pela glândula tireoide que desempenha um papel importante na regulação do organismo, acrescentou. Este poluente é o menor e mais persistente tipo de substâncias perfluoroalquílicas ou polifluoroalquílicas (PFAS), frequentemente chamadas de químicos eternos devido ao fato de demorarem muito tempo para se degradar. Eles são utilizados na fabricação de praticamente tudo, desde utensílios de cozinha antiaderentes e roupas até a indústria em geral, e o TFA é um dos mais difundidos. Os países da UE são obrigados a monitorar os níveis de PFAS na água potável, enquanto outros programas de monitoramento controlam sua concentração nos alimentos. A revisão do limite foi fundamentada pela análise de estudos toxicológicos de países europeus, na Agência Europeia de Substâncias Químicas (Echa) e de um amplo conjunto de evidências de 170 estudos e documentos. Pesquisadores afirmaram que é pouco provável que o TFA seja capaz de danificar o DNA celular. No entanto, indicam várias áreas que exigem mais pesquisa, incluindo a possibilidade de que cause câncer e altere o sistema imunológico. AFP.

3 hours ago

Rio Grande do Norte reduz em 40% o abandono escolar na rede estadual com busca ativa de estudantes

Uma forte articulação focada em trazer o estudante de volta para a sala de aula gerou resultados históricos na rede estadual de ensino do Rio Grande do Norte. Dados consolidados de uma análise realizada em 118 escolas estaduais, distribuídas por 42 municípios potiguares, apontam que o índice de abandono escolar nessas instituições despencou. A redução de cerca de 40 foi registrada com a implementação do programa Busca Ativa nas Comunidades Educadoras, desenvolvido pelo Instituto Cultiva em parceria com o Governo do Estado por meio da Secretaria de Educação (SEEC-RN). Foram 67 escolas estaduais participantes do programa no primeiro ciclo em 2024, o programa ampliou-se em 2025 e 2026 para mais 51 escolas, totalizando 118. O levantamento utilizou como base os microdados oficiais do Sistema Integrado de Gestão da Educação (SIGEduc), aplicando a fórmula oficial de abandono adotada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), o que garante auditoria e comparabilidade com o Censo Escolar nacional. Foco no Ensino Médio e em áreas críticas - A melhora mais expressiva do programa concentrou-se no Ensino Médio, etapa historicamente mais vulnerável à evasão escolar. Entre os anos letivos fechados de 2024 e 2025, a taxa de abandono no Ensino Médio das escolas integradas ao programa caiu drasticamente de 12,9 para 4,5. O relatório técnico comprova que a política pública foi direcionada cirurgicamente às unidades que apresentavam maior risco social e educacional. Em 2024, no início do contrato, 33 escolas registravam taxas críticas de abandono, acima de 15. Nas 18 escolas com os piores índices daquele ano, a média de abandono recuou impressionantes 78, passando de 19,5 para apenas 4,3 em 2025. Exemplos emblemáticos ilustram a mudança de cenário na Região Metropolitana de Natal: EE Professor José Fernandes Machado: O abandono despencou de 20,81 (2024) para 5,86 (2025). EE Professora Maria Queiroz: A taxa recuou de 18,76 (2024) para 6,33 (2025). ​EE Professor Arnaldo Arsênio de Azevedo: Registrou queda de 14,44 (2024) para 4,45 (2025). Combinação de Políticas Públicas Especialistas apontam que a trajetória de sucesso no RN é coerente com a combinação de estratégias locais de Busca Ativa e acolhimento territorial (como o Comunidades Educadoras) somadas a políticas federais de transferência de renda, a exemplo do programa Pé de Meia. Modelos semelhantes aplicados pelo Instituto Cultiva em outras redes municipais do país já haviam demonstrado reduções de até 90 na evasão logo nos primeiros meses de atuação. Para 2026, os dados parciais do meio do ano letivo mostram uma tendência ainda menor (perto de 0,9), explicada pelo período de apuração em curso, reforçando o cenário de estabilidade e permanência dos estudantes. Avanços - A articuladora Janína Charcon, da 2ª Direc, que atua no programa, a iniciativa proporciona aos articuladores e às equipes Escolares vivenciar a experiências das famílias e dos estudantes, gerando um novo olhar direcionado aqueles que estão em situações de vulnerabilidade. “O mais gratificante é retornar para as escolas após as visitas domiciliares às famílias e ouvir um coordenador dizendo que o estudante voltou ou que está mais participativo na sala de aula ou que os encaminhamentos estão acontecendo de forma mais rápida”, afirma. “Tudo isso aponta que essas devolutivas que as equipes escolares e famílias nos dão são o retrato dos dados levantados pelo programa, o que demonstra que alguns degraus já foram galgados, fazendo todos os nossos esforços valerem a pena”, comemora. Para o presidente do Instituto Cultiva, o sociólogo e cientista político Rudá Ricci, os resultados colhidos com o projeto no Rio Grande do Norte são oriundos de uma confluência de ações. “Não é a primeira vez que ele apresenta resultados positivos”. Em Belo Horizonte (MG), lembra Rudá, a evasão escolar foi reduzida a menos de 1 da com apenas seis meses de execução da iniciativa. “O êxito acontece por ser um programa que articula ações junto à família do aluno e ao aluno. Não só da área educacional, mas assistencial e de saúde mental”, diz, lembrando que os resultados positivos também ocorreram em Teresina (PI), Araraquara, e Suzano, ambas em São Paulo. “É um arranjo institucional baseado no cuidado. Cuidado com as famílias, com os alunos e uma articulação de proteção que é criado”, explica. Segundo o representante do Cultiva, a SEEC-RN deu um suporte muito sólido ao projeto por meio de ações territorializadas. “Nos acostumamos no Brasil a ter governos com estados muito burocratizados. O Rio Grande do Norte decidiu continuar com programas, mas governar a partir da demanda. E isso obriga a ter escuta das famílias, o que é uma característica do Comunidades” Funcionamento - O Busca Ativa nas Comunidades Educadoras funciona por meio de agentes, chamados articuladores, que vão até a casa das famílias, ouvi-las. As informações coletadas são inseridas num sistema que define o tipo de encaminhamento e prioridade que deve ser dada para a solução daquela situação. “Esses articuladores têm uma sensibilidade e uma capacidade de trabalho que, sinceramente, o Rio Grande do Norte tem que ter atenção. Nem sempre se fala do servidor a partir daquilo que ele faz, do próprio envolvimento dele com o serviço público. E esse programa revela uma qualidade de servidor realmente fora do comum. Eu acho que essas são algumas das confluências que levam a esse resultado posi, tivo, afirma Rudá.

3 hours ago
Jornal de Brasília — News Tracking & Analysis | Real Narrative News